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segunda-feira, 8 de março de 2010

NAMIBE - MOÇÂMEDES no tempo colonial


NAMIBE ( MOÇÂMEDES no tempo colonial)
A província do Namibe é, sem dúvida, dos pontos mais privilegiados do País. Ali, mar, deserto e savana pintam um quadro deslumbrante e o clima é mesmo considerado como o melhor de toda a costa litoral do País.Entre o Namibe e Tômbwa habita a Welvitchia Mirabilis espécie única no mundo. planta semelhante a um polvo gigante, símbolo da resistência e sobrevivência da vida animal e vegetal no deserto do Namibe. O magnífico e grandioso deserto do Namibe oferece um conjunto de excepcionais condições para os aficcionados da caça e diversas características etnográficas dignas de estudo e observação. Ao longo da costa, o Atlântico dá-nos esplêndidas praias. E as águas medicinais da Montipa, brotam em excelente local para repousar, no município da Bibala, a cerca de 150 km da capital. (in ttp://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/angola/namibe.php )

















terça-feira, 24 de março de 2009

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Atalhos podem tornar-se em grandes trabalhos..

Porto de Luanda




Porto de Luanda ao fundo






Graças às redutoras, o SUPER MEGA HIPER Jimny não deixou ninguém a pé em subidas onde as Hiaces davam a volta por não conseguirem subir!






New Look - Moda Brasil

Dias dos Namorados pode ser razão para um novo penteado da "Coleção Darling" - Moda Brasil









quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

4 Fevereiro 1961 - Início da Luta Armada pela Independência de Angola


O dia 4 de Fevereiro de 1961 é recordado no país como o marco do início da luta armada de libertação nacional.
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Naquela data, centenas de jovens nacionalistas, enquadrados por militantes do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), atacaram as cadeias da PIDE-DGS, principalmente a Casa da Reclusão e Cadeia de São Paulo para libertar presos políticos.
A edição de 5 de Fevereiro de 1961 do Jornal “Província de Angola” assinalava a morte de sete homens da Polícia Colonial e um soldado do exército, “abatido” junto à Casa da Reclusão.
Relatos da época revelam que três comandos despontaram no início dos ataques, tendo um deles enfrentado a guarda da Casa da Reclusão, outro, praticamente desarmado, lançou-se sobre as grades de ferro da prisão de São Paulo e posto da PIDE-DGS, enquanto o terceiro comando atacava o então Emissor da Rádio Oficial de Angola.
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A anteceder essas acções, em finais de Janeiro circulavam rumores segundo os quais os detidos políticos, (entre eles os incriminados do Processo de 50) encarcerados na fortaleza da Casa da Reclusão, seriam transferidos para a sinistra prisão de Tarrafal em Cabo Verde.
Tal situação, a par de outras injustiças, motivaram as acções da madrugada do 04 de Fevereiro de 1961: nacionalistas angolanos, com bravura, empunhando paus e catanas, atacaram a cadeia de São Paulo e a Casa da Reclusão, em Luanda.
A razão desse ataque foi libertar os presos políticos angolanos acusados pelo regime português de activistas subversivos, que pretendiam a independência de Angola.
O acto foi produto da afirmação da consciência nacionalista e patriótica dos angolanos contra a recusa, pelo regime colonial português, das propostas pacíficas que lhe haviam sido apresentadas, tendo em vista a soberania do país.
Além de ter marcado o rompimento com a opressão, o 04 de Fevereiro é tido como das datas mais importantes da história de Angola, à semelhança do 11 de Novembro de 1975, altura em que o país se tornou independente.
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Algumas fontes referem que a escolha do dia do ataque (04 de Fevereiro) teve em atenção o facto de estarem na capital angolana nessa altura muitos jornalistas estrangeiros que aguardavam a chegada a Luanda do paquete Santa Maria, assaltado alguns dias antes no alto mar por um grupo liderado por Henrique Galvão, um oposicionista do regime de Salazar.
Quando ficou claro que, afinal, o navio não viria para Luanda e os jornalistas começaram a prepararem-se para abandonar a capital angolana, os nacionalistas decidiram lançar o ataque antes que fossem todos embora.
Assim a presença dos jornalistas garantiu a projecção mediática internacional do acontecimento que marcou o início da luta armada, culminada com a independência do país, a 11 de Novembro de 1975.

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Zola Mbenga Véritas/Angop - Editado por AD
Posted by Fábrica dos Blogs